domingo, 13 de dezembro de 2009
20 anos do programa de Aids em Santos
Estiveram presentes nas festividades representando a Pastoral da DST/Aids, Irmã Alódia Maria, Alceu Cremonesi e Lucilia Fonseca.
Aids: 20 anos de programa são lembrados
Aids: 20 anos de luta pela vida. Assim pode ser definido o Programa Municipal de Aids, que ontem completou duas décadas, em festividade no Teatro Guarany, Centro Histórico, realizada pela Secretaria de Saúde. A programação incluiu apresentação do Teatro do Oprimido - da Saúde Mental -, com canções; homenagens a portadores; vídeo sobre a história do programa e show da banda ‘Complexo B’, com posta por médicos e funcionários da área de saúde. “Participar desta festa é me sentir mais viva e querer mais vida”, disse Nalva, 46 anos, portadora do vírus há 20. Integrante do programa desde o início, em 1989, o médico infectologista Paulo Renato Vasconcelos de Sousa falou do compromisso dos funcionários neste trabalho. “Nossa vontade é que haja logo a descoberta da cura, mas enquanto isso temos sempre de evoluir em relação ao tratamento dos pacientes”. A luta contra a Aids não deve parar, segundo a coordenadora do Programa de DST/Aids, Márcia Frigério. “Não podemos ainda dizer que a sensação é de missão cumprida. Nossa satisfação é perceber que estamos no rumo certo, a passos bem dados”.( www.santos.sp.gov.br _ Ano XXI _ Sábado, 12 de dezembro de 2009 _ nº 5063)
Aids: 20 anos de programa são lembrados
Aids: 20 anos de luta pela vida. Assim pode ser definido o Programa Municipal de Aids, que ontem completou duas décadas, em festividade no Teatro Guarany, Centro Histórico, realizada pela Secretaria de Saúde. A programação incluiu apresentação do Teatro do Oprimido - da Saúde Mental -, com canções; homenagens a portadores; vídeo sobre a história do programa e show da banda ‘Complexo B’, com posta por médicos e funcionários da área de saúde. “Participar desta festa é me sentir mais viva e querer mais vida”, disse Nalva, 46 anos, portadora do vírus há 20. Integrante do programa desde o início, em 1989, o médico infectologista Paulo Renato Vasconcelos de Sousa falou do compromisso dos funcionários neste trabalho. “Nossa vontade é que haja logo a descoberta da cura, mas enquanto isso temos sempre de evoluir em relação ao tratamento dos pacientes”. A luta contra a Aids não deve parar, segundo a coordenadora do Programa de DST/Aids, Márcia Frigério. “Não podemos ainda dizer que a sensação é de missão cumprida. Nossa satisfação é perceber que estamos no rumo certo, a passos bem dados”.( www.santos.sp.gov.br _ Ano XXI _ Sábado, 12 de dezembro de 2009 _ nº 5063)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Confraternização Casa Comunhão e Serviço Santa Madre Paulina
Neste Domingo, dia 06 de Dezembro foi realizado em Santos o almoço de confraternização dos pacientes e familiares atendidos pela Casa Comunhão e Serviço Santa Madre Paulina, coordenada por Irmã Alódia, da Pastoral da Aids.A casa, através de seus voluntários, presta assistência domicilar a soropositivos, em parceria com o CRT ( Centro de Referência e Tratamento em DST/Aids) de Santos.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Grupo de Trabalho Aids e Religiões Baixada Santista
Esteve reunido no dia 17 de Novembro o Grupo de Trabalho Aids e Religiões, iniciativa de Beto Volpe, em São Vicente, cidade da Baixada Santista. O grupo será formalizado no dia 1º de Dezembro, dia mundial de luta contra a Aids, e é composto de entidades religiosas, gestores da região e representantes da sociedade civil. A princípio será flexível a aberto a discussões a ações que visem o combate da epidemia na região. A Pastoral da Aids está presente no grupo, que já existe a nível estadual.
RELATÓRIO GLOBAL SOBRE A EPIDEMIA DE AIDS 2009 – SUMÁRIO GERAL
O número de pessoas vivendo com HIV mundialmente continuou a crescer em 2008, chegando a estimados 33,4 milhões [31,1 – 35,8 milhões]. O número total de pessoas vivendo com o vírus em 2008 foi mais de 20% maior que no ano 2000, e a prevalência foi aproximadamente três vezes maior que em 1990.
O crescimento constante da população de pessoas vivendo com HIV reflete tanto os efeitos das continuadas taxas altas de novas infecções por HIV como o impacto benéfico da terapia antirretroviral. Em dezembro de 2008, aproximadamente 4 milhões de pessoas em países de renda baixa e média recebiam terapia antirretroviral – um aumento de dez vezes em cinco anos (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009). Em 2008, houve estimados 2,7 milhões [2,4 – 3,0 milhões] de novas infecções por HIV. Estima-se que tenha havido 2 milhões [1,7 – 2,4 milhões] de óbitos devido a doenças relacionadas à Aids em todo o mundo em 2008.
Os últimos dados epidemiológicos indicam que globalmente a disseminação do HIV parece ter chego ao máximo em 1996, quando houve 3,5 milhões [3,2 – 3,8 milhões] de novas infecções por HIV. Em 2008, o número estimado de novas infecções por HIV foi 30% menor que em 1996.
Consoante com o longo intervalo entre a soroconversão do HIV e a doença sintomática, a mortalidade anual relacionada ao HIV parece ter chego ao máximo em 2004, quando houve 2,2 milhões [1,9 – 2,6 milhões] de óbitos. O número estimado de óbitos relacionados à Aids em 2008 é aproximadamente 10% inferior ao de 2004.
Houve estimadas 430.000 [240.000 – 610.000] novas infecções por HIV em crianças menores de 15 anos em 2008. Acredita-se que a maioria destas infecções novas tenha suas origens na transmissão no útero, no parto ou no pós-parto como resultado do aleitamento materno. O número de crianças recém-infectadas por HIV em 2008 foi aproximadamente 18% menor que em 2001.
Este relatório traz um resumo dos dados mais recentes sobre a epidemiologia do HIV. As estimativas epidemiológicas neste relatório refletem as melhorias contínuas nos sistemas nacionais de vigilância do HIV e na metodologia utilizada para fazer as estimativas. Em 2007-2008 foram realizados levantamentos domiciliares nacionais incluindo testagem anônima para o HIV em 11 países, 9 dos quais eram na África Subsaariana. Além de proporcionar um retrato mais preciso e confiável da epidemia no âmbito global, regional e nacional, as melhorias nos sistemas de vigilância e informações sobre HIV também ajudam os governos nacionais e outros atores a adequar as respostas à Aids para maximizar o impacto sobre a saúde pública.
A epidemia parece ter se estabilizado na maioria das regiões, embora a prevalência continue a crescer na Europa Oriental e na Ásia Central e em outras partes da Ásia devido à alta taxa de novas infecções por HIV. A África Subsaariana continua a ser a região mais afetada, com 71% de todas as novas infecções por HIV em 2008. O ressurgimento da epidemia entre homens que fazem sexo com homens em países de renda alta está cada vez mais bem documentado. Há diferenças aparentes em todas as regiões, com algumas epidemias nacionais aumentando enquanto a incidência regional como um todo se estabiliza.
Características principais evidenciadas no relatório de 2009 sobre a epidemia de Aids
Este relatório está dividido em capítulos separados que resumem as tendências em regiões diferentes. Embora haja diferenças regionais, várias características podem ser percebidas:
* A Aids continua a ser uma grande prioridade de saúde globalmente. Embora tenha havido avanços importantes com a prevenção de novas infecções por HIV e com a redução do número anual de óbitos relacionados à Aids, continua a aumentar o número de pessoas vivendo com HIV. As doenças relacionadas à Aids permanecem sendo uma das principais causas de morte mundialmente e as projeções são de que continuem a ser uma causa significativa de mortalidade precoce nas décadas vindouras (Organização Mundial da Saúde, 2008). Se bem que a Aids não seja uma síndrome nova, a solidariedade global na resposta à Aids continuará a ser uma necessidade.
* Há variações geográficas entre e dentro de países e regiões. Embora este relatório dê enfoque considerável às tendências nacionais, muitas vezes há variações grandes na prevalência do HIV e nas tendências epidemiológicas nos países. A diversidade substancial das epidemias nacionais reforça não apenas a necessidade de adaptar as estratégias de prevenção às necessidades locais, como também a importância da descentralização das respostas à Aids.
* A epidemia está evoluindo. As tendências de uma epidemia podem mudar com o passar do tempo. Conforme destacam os perfis regionais neste relatório, as epidemias nacionais em todo o mundo estão passando por transições importantes. Na Europa Oriental e na Ásia Central, epidemias que antes eram caracterizadas principalmente pela transmissão entre usuários de drogas injetáveis agora são caracterizadas cada vez mais pela transmissão sexual, enquanto em algumas partes da Ásia as epidemias são cada vez mais caracterizadas por transmissão significativa entre casais heterossexuais.
* Há evidência de sucessos na prevenção do HIV. Há evidência crescente de sucessos na prevenção do HIV em diversos contextos. Em cinco países em que dois levantamentos domiciliares nacionais recentes foram realizados, a incidência do HIV está diminuindo, com a uma redução estatisticamente significativa em novas infecções em dois países (República Dominicana e República Unida da Tanzânia) e uma redução estatisticamente significativa entre mulheres num terceiro país (Zâmbia) (Hallett et al., no prelo). Conforme discutido anteriormente, o número anual de novas infecções por HIV diminuiu globalmente, e a prevalência do HIV entre jovens também diminuiu em muitos países (UNAIDS, 2008). Mundialmente, a cobertura de serviços de prevenção da transmissão vertical do HIV (da mãe para o filho) aumentou de 10% em 2004 para 45% em 2008 (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009), e a redução de novas infecções por HIV entre crianças em 2008 sugere que estes esforços estejam salvando vidas.
* A melhoria no acesso ao tratamento está tendo um impacto. A cobertura da terapia antirretroviral aumentou de 7% em 2003 para 42% em 2008, com cobertura especialmente alta na África oriental e meridional (48%) (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009). Enquanto a ampliação rápida do acesso à terapia antirretroviral está ajudando a reduzir a taxa de óbitos relacionados à Aids em muitos países e regiões mundialmente, há evidência extremamente limitada quanto à contribuição de homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas injetáveis para epidemias na África Subsaariana e em partes da Ásia. Nos últimos anos, estudos têm documentado níveis elevados de infecção nestas populações em quase todas as regiões. Em todos os contextos e em diversos tipos de epidemia, está claro que programas para a prevenção de novas infecções entre estas populações-chave devem ser um elemento importante das respostas nacionais à Aids.
O que nos dizem os últimos dados?
O UNAIDS recomenda que os países baseiem suas estratégias contra a Aids em um entendimento de suas epidemias individuais e suas respostas nacionais. Os dados apresentados neste relatório indicam que muitas vezes isto não acontece. A falta de alinhamento de estratégias nacionais contra a Aids a necessidades nacionais documentadas tem sido nitidamente ilustrada por estudos recentes de categorias de transmissão e por resumos sobre a prevenção do HIV em vários países.
Especialmente aparente é a falta comum de priorização programas de prevenção de HIV focalizada em populações-chave. Embora usuários de drogas injetáveis, homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, presidiários e trabalhadores migrantes estejam sob maior risco de infecção pelo HIV, o nível de recursos direcionados para programas de prevenção focalizada nestes grupos é tipicamente bastante baixo, mesmo em epidemias concentradas (UNAIDS, 2008).
Também evidentes são brechas nas formas básicas de prevenção em contextos hiperendêmicos. Conforme explica o capítulo sobre a África Subsaariana, embora a maioria de novas infecções em muitos países africanos ocorra entre casais heterossexuais mais velhos, são relativamente poucos os programas de prevenção especificamente focalizados em adultos mais velhos. Embora os casais sorodiscordantes representem uma percentagem substancial de novas infecções em alguns países africanos, os programas de testagem e aconselhamento em HIV raramente são voltados especificamente para casais sorodiscordantes. Muitos programas que enfocam os jovens não contemplam alguns dos principais fatores determinantes de vulnerabilidade, tais como a alta prevalência de relações intergeracionais em muitos países.
Outra importante brecha programática evidente em resumos recentes sobre a prevenção do HIV é a falta típica de programas especificamente voltados para pessoas vivendo com HIV. O UNAIDS recomenda que haja esforços urgentes de envolvimento de pessoas vivendo com HIV no planejamento, implementação e monitoramento de ações de prevenção, e que estejam fundamentados em princípios de direitos humanos e apoiados por forte proteção legal.
Matriz de Resultados do UNAIDS 2009-2011: nove áreas prioritárias:
# Podemos reduzir a transmissão sexual do HIV.
# Podemos prevenir a morte de mães e a infecção de bebês pelo HIV.
# Podemos garantir que pessoas que vivem com HIV recebem tratamento.
# Podemos prevenir que pessoas que vivem com HIV morram de tuberculose.
# Podemos proteger usuários de drogas da infecção por HIV.
# Podemos pôr fim a leis punitivas, políticas, práticas, estigma e discriminação que impedem respostas eficazes à Aids.
# Podemos acabar com a violência contra mulheres e meninas.
# Podemos empoderar os jovens para que se protejam contra o HIV.
# Podemos aprimorar a proteção social de pessoas afetadas pelo HIV.
Informações:
UNAIDS Brasil
Telefones: (61) 3038 9220/ 8165 3935
E-mail: imprensabrasil@unaids.org
O crescimento constante da população de pessoas vivendo com HIV reflete tanto os efeitos das continuadas taxas altas de novas infecções por HIV como o impacto benéfico da terapia antirretroviral. Em dezembro de 2008, aproximadamente 4 milhões de pessoas em países de renda baixa e média recebiam terapia antirretroviral – um aumento de dez vezes em cinco anos (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009). Em 2008, houve estimados 2,7 milhões [2,4 – 3,0 milhões] de novas infecções por HIV. Estima-se que tenha havido 2 milhões [1,7 – 2,4 milhões] de óbitos devido a doenças relacionadas à Aids em todo o mundo em 2008.
Os últimos dados epidemiológicos indicam que globalmente a disseminação do HIV parece ter chego ao máximo em 1996, quando houve 3,5 milhões [3,2 – 3,8 milhões] de novas infecções por HIV. Em 2008, o número estimado de novas infecções por HIV foi 30% menor que em 1996.
Consoante com o longo intervalo entre a soroconversão do HIV e a doença sintomática, a mortalidade anual relacionada ao HIV parece ter chego ao máximo em 2004, quando houve 2,2 milhões [1,9 – 2,6 milhões] de óbitos. O número estimado de óbitos relacionados à Aids em 2008 é aproximadamente 10% inferior ao de 2004.
Houve estimadas 430.000 [240.000 – 610.000] novas infecções por HIV em crianças menores de 15 anos em 2008. Acredita-se que a maioria destas infecções novas tenha suas origens na transmissão no útero, no parto ou no pós-parto como resultado do aleitamento materno. O número de crianças recém-infectadas por HIV em 2008 foi aproximadamente 18% menor que em 2001.
Este relatório traz um resumo dos dados mais recentes sobre a epidemiologia do HIV. As estimativas epidemiológicas neste relatório refletem as melhorias contínuas nos sistemas nacionais de vigilância do HIV e na metodologia utilizada para fazer as estimativas. Em 2007-2008 foram realizados levantamentos domiciliares nacionais incluindo testagem anônima para o HIV em 11 países, 9 dos quais eram na África Subsaariana. Além de proporcionar um retrato mais preciso e confiável da epidemia no âmbito global, regional e nacional, as melhorias nos sistemas de vigilância e informações sobre HIV também ajudam os governos nacionais e outros atores a adequar as respostas à Aids para maximizar o impacto sobre a saúde pública.
A epidemia parece ter se estabilizado na maioria das regiões, embora a prevalência continue a crescer na Europa Oriental e na Ásia Central e em outras partes da Ásia devido à alta taxa de novas infecções por HIV. A África Subsaariana continua a ser a região mais afetada, com 71% de todas as novas infecções por HIV em 2008. O ressurgimento da epidemia entre homens que fazem sexo com homens em países de renda alta está cada vez mais bem documentado. Há diferenças aparentes em todas as regiões, com algumas epidemias nacionais aumentando enquanto a incidência regional como um todo se estabiliza.
Características principais evidenciadas no relatório de 2009 sobre a epidemia de Aids
Este relatório está dividido em capítulos separados que resumem as tendências em regiões diferentes. Embora haja diferenças regionais, várias características podem ser percebidas:
* A Aids continua a ser uma grande prioridade de saúde globalmente. Embora tenha havido avanços importantes com a prevenção de novas infecções por HIV e com a redução do número anual de óbitos relacionados à Aids, continua a aumentar o número de pessoas vivendo com HIV. As doenças relacionadas à Aids permanecem sendo uma das principais causas de morte mundialmente e as projeções são de que continuem a ser uma causa significativa de mortalidade precoce nas décadas vindouras (Organização Mundial da Saúde, 2008). Se bem que a Aids não seja uma síndrome nova, a solidariedade global na resposta à Aids continuará a ser uma necessidade.
* Há variações geográficas entre e dentro de países e regiões. Embora este relatório dê enfoque considerável às tendências nacionais, muitas vezes há variações grandes na prevalência do HIV e nas tendências epidemiológicas nos países. A diversidade substancial das epidemias nacionais reforça não apenas a necessidade de adaptar as estratégias de prevenção às necessidades locais, como também a importância da descentralização das respostas à Aids.
* A epidemia está evoluindo. As tendências de uma epidemia podem mudar com o passar do tempo. Conforme destacam os perfis regionais neste relatório, as epidemias nacionais em todo o mundo estão passando por transições importantes. Na Europa Oriental e na Ásia Central, epidemias que antes eram caracterizadas principalmente pela transmissão entre usuários de drogas injetáveis agora são caracterizadas cada vez mais pela transmissão sexual, enquanto em algumas partes da Ásia as epidemias são cada vez mais caracterizadas por transmissão significativa entre casais heterossexuais.
* Há evidência de sucessos na prevenção do HIV. Há evidência crescente de sucessos na prevenção do HIV em diversos contextos. Em cinco países em que dois levantamentos domiciliares nacionais recentes foram realizados, a incidência do HIV está diminuindo, com a uma redução estatisticamente significativa em novas infecções em dois países (República Dominicana e República Unida da Tanzânia) e uma redução estatisticamente significativa entre mulheres num terceiro país (Zâmbia) (Hallett et al., no prelo). Conforme discutido anteriormente, o número anual de novas infecções por HIV diminuiu globalmente, e a prevalência do HIV entre jovens também diminuiu em muitos países (UNAIDS, 2008). Mundialmente, a cobertura de serviços de prevenção da transmissão vertical do HIV (da mãe para o filho) aumentou de 10% em 2004 para 45% em 2008 (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009), e a redução de novas infecções por HIV entre crianças em 2008 sugere que estes esforços estejam salvando vidas.
* A melhoria no acesso ao tratamento está tendo um impacto. A cobertura da terapia antirretroviral aumentou de 7% em 2003 para 42% em 2008, com cobertura especialmente alta na África oriental e meridional (48%) (Organização Mundial da Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNAIDS, 2009). Enquanto a ampliação rápida do acesso à terapia antirretroviral está ajudando a reduzir a taxa de óbitos relacionados à Aids em muitos países e regiões mundialmente, há evidência extremamente limitada quanto à contribuição de homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas injetáveis para epidemias na África Subsaariana e em partes da Ásia. Nos últimos anos, estudos têm documentado níveis elevados de infecção nestas populações em quase todas as regiões. Em todos os contextos e em diversos tipos de epidemia, está claro que programas para a prevenção de novas infecções entre estas populações-chave devem ser um elemento importante das respostas nacionais à Aids.
O que nos dizem os últimos dados?
O UNAIDS recomenda que os países baseiem suas estratégias contra a Aids em um entendimento de suas epidemias individuais e suas respostas nacionais. Os dados apresentados neste relatório indicam que muitas vezes isto não acontece. A falta de alinhamento de estratégias nacionais contra a Aids a necessidades nacionais documentadas tem sido nitidamente ilustrada por estudos recentes de categorias de transmissão e por resumos sobre a prevenção do HIV em vários países.
Especialmente aparente é a falta comum de priorização programas de prevenção de HIV focalizada em populações-chave. Embora usuários de drogas injetáveis, homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, presidiários e trabalhadores migrantes estejam sob maior risco de infecção pelo HIV, o nível de recursos direcionados para programas de prevenção focalizada nestes grupos é tipicamente bastante baixo, mesmo em epidemias concentradas (UNAIDS, 2008).
Também evidentes são brechas nas formas básicas de prevenção em contextos hiperendêmicos. Conforme explica o capítulo sobre a África Subsaariana, embora a maioria de novas infecções em muitos países africanos ocorra entre casais heterossexuais mais velhos, são relativamente poucos os programas de prevenção especificamente focalizados em adultos mais velhos. Embora os casais sorodiscordantes representem uma percentagem substancial de novas infecções em alguns países africanos, os programas de testagem e aconselhamento em HIV raramente são voltados especificamente para casais sorodiscordantes. Muitos programas que enfocam os jovens não contemplam alguns dos principais fatores determinantes de vulnerabilidade, tais como a alta prevalência de relações intergeracionais em muitos países.
Outra importante brecha programática evidente em resumos recentes sobre a prevenção do HIV é a falta típica de programas especificamente voltados para pessoas vivendo com HIV. O UNAIDS recomenda que haja esforços urgentes de envolvimento de pessoas vivendo com HIV no planejamento, implementação e monitoramento de ações de prevenção, e que estejam fundamentados em princípios de direitos humanos e apoiados por forte proteção legal.
Matriz de Resultados do UNAIDS 2009-2011: nove áreas prioritárias:
# Podemos reduzir a transmissão sexual do HIV.
# Podemos prevenir a morte de mães e a infecção de bebês pelo HIV.
# Podemos garantir que pessoas que vivem com HIV recebem tratamento.
# Podemos prevenir que pessoas que vivem com HIV morram de tuberculose.
# Podemos proteger usuários de drogas da infecção por HIV.
# Podemos pôr fim a leis punitivas, políticas, práticas, estigma e discriminação que impedem respostas eficazes à Aids.
# Podemos acabar com a violência contra mulheres e meninas.
# Podemos empoderar os jovens para que se protejam contra o HIV.
# Podemos aprimorar a proteção social de pessoas afetadas pelo HIV.
Informações:
UNAIDS Brasil
Telefones: (61) 3038 9220/ 8165 3935
E-mail: imprensabrasil@unaids.org
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Participação na COMAIDS
Em reunião da COMAIDS (Comissão Municipal de Aids), realizada dia 03/11/09 em Santos, a representante de uma ONG (Lucilia) por ser também agente da pastoral, apresentou e leu a Carta de Brasília. O texto causou surpresa entre os presentes, em sua maioria gestores, chegando a ser mencionado por alguns que desconheciam a posição da Igreja na área do HIV/Aids e que o conteúdo dessa carta demonstrava um grande avanço.
Foi informado ainda o futuro lançamento da Campanha do Diagnóstico Precoce em São Paulo em 2010 (já lançado em Curituba e em breve em Porto Alegre), tendo em vista a Campanha Fique Sabendo a se realizar na cidade pelo CRT de 16/11 a 01/12/09.
Foi informado ainda o futuro lançamento da Campanha do Diagnóstico Precoce em São Paulo em 2010 (já lançado em Curituba e em breve em Porto Alegre), tendo em vista a Campanha Fique Sabendo a se realizar na cidade pelo CRT de 16/11 a 01/12/09.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Capacitação em Incidência Política
Aconteceu nos dias 30, 31 de outubro e 1º de novembro de 2009, em Ipiranga/SP, a capacitação de Incidência Política para agentes da Pastoral. Estiveram reunidos agentes de Santos, Cubatão, Bertioga, Franca e São Paulo capital.
Esta capacitação faz parte do projeto de redes da Pastoral em parceria com o Ministério da Saúde. Visa capacitar agentes da Pastoral para Incidência Política, ou seja, para que atuem nas políticas públicas e no controle social. Os participantes terão maiores conhecimentos sobre as Instâncias de controle social e formas de interagir para que os recursos públicos sejam utilizados para seus respectivos fins.
A Pastoral escolheu com o objetivo de participação em quatro instâncias de controle social: PAM, Fórum ONGs Aids, Conselhos de Saúde e Frente Parlamentar.
O encontro também teve como objetivo reunir e articular lideranças do Estado que possui perfil, necessidades e objetivos semelhantes.
Ao final do encontro os participantes firmaram o compromisso na instância em que estavam participando ou assumiram uma nova para atuarem.
Esta capacitação faz parte do projeto de redes da Pastoral em parceria com o Ministério da Saúde. Visa capacitar agentes da Pastoral para Incidência Política, ou seja, para que atuem nas políticas públicas e no controle social. Os participantes terão maiores conhecimentos sobre as Instâncias de controle social e formas de interagir para que os recursos públicos sejam utilizados para seus respectivos fins.
A Pastoral escolheu com o objetivo de participação em quatro instâncias de controle social: PAM, Fórum ONGs Aids, Conselhos de Saúde e Frente Parlamentar.
O encontro também teve como objetivo reunir e articular lideranças do Estado que possui perfil, necessidades e objetivos semelhantes.
Ao final do encontro os participantes firmaram o compromisso na instância em que estavam participando ou assumiram uma nova para atuarem.
Cartilha da Mulher
Finalizamos em 21 de Outubro a aplicação da Cartilha da Mulher no grupo de alfabetização do Centro Comunitário da Paróquia São Judas Tadeu. Estiveram presentes cerca de 20 pessoas, a grande maioria mulheres. O grupo pareceu envolvido e interessado nas discussões e temas propostos durante o encontro, principalmente a questões específicas sobre o HIV, demonstrando interesse em obter dados e informações sobre a epidemia. Atuaram como facilitadoras as agentes Lucília V. Fonseca e Maria Cristina Barreto. Pretendemos continuar o trabalho na paróquia em 2010, divulgando a Pastoral dentro de nossos eventos programados durante o ano.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ministério da Saúde e Igreja Católica juntos no combate ao HIV
O Ministério da Saúde, com o apoio da Igreja Católica, por meio das Pastorais da DST/Aids, da Criança e da Saúde, pretende estimular as pessoas a fazerem o teste de Aids, a fim de detectar precocemente o vírus HIV e da Sífilis. Inédita no mundo, a “Campanha de incentivo ao diagnóstico precoce de HIV e Sífilis” foi lançada oficialmente em todo o país, no dia 22 de outubro, às 14h, no Ministério da Saúde, pelo ministro José Gomes Temporão, e pelos representantes da Igreja Católica, o secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa e pelo bispo referencial da Pastoral da Aids, dom Eugênio Rixen.
Um dos objetivos da campanha é conscientizar a população sobre os riscos da Aids e, em caso de diagnóstico positivo para a doença, iniciar o tratamento o mais rápido possível. “As pessoas que não estiverem infectadas serão orientadas a continuar com o cuidado. Quem tiver o exame com resultado positivo será encaminhado para o acompanhamento em centros de referências que serão estabelecidos em cada cidade do país”, explicou o assessor nacional da Pastoral da DST/Aids, frei Luiz Carlos Lunardi.
A participação mais incisiva da Igreja na luta contra a Aids surgiu durante o 6º Seminário de Prevenção ao HIV, promovido pela Pastoral da Aids, em outubro do ano passado. “À época, sugerimos ao departamento de Aids que ampliasse a campanha de testagem, que, por sua vez, nos procurou para que auxiliasse na divulgação da necessidade de se fazer o teste. Várias reuniões foram realizadas para desenhar a campanha e decidiu-se por uma experiência piloto em cinco cidades. Agora chegou a hora de ampliarmos para todo o Brasil”, ressalta o frei Lunardi.
A participação da Igreja será por meio das Pastorais e utilizará publicidade, spots de rádio e TV, para a orientação e encaminhamento dos fiéis aos centros de referência espalhados por todo o Brasil.
Autor:
Rodrigo Eneas Silva
Jornalista da CNBB
Fone: (61) 2103-8368 / 8409-1028
E-mail: imprensa2@cnbb.org.br
Um dos objetivos da campanha é conscientizar a população sobre os riscos da Aids e, em caso de diagnóstico positivo para a doença, iniciar o tratamento o mais rápido possível. “As pessoas que não estiverem infectadas serão orientadas a continuar com o cuidado. Quem tiver o exame com resultado positivo será encaminhado para o acompanhamento em centros de referências que serão estabelecidos em cada cidade do país”, explicou o assessor nacional da Pastoral da DST/Aids, frei Luiz Carlos Lunardi.
A participação mais incisiva da Igreja na luta contra a Aids surgiu durante o 6º Seminário de Prevenção ao HIV, promovido pela Pastoral da Aids, em outubro do ano passado. “À época, sugerimos ao departamento de Aids que ampliasse a campanha de testagem, que, por sua vez, nos procurou para que auxiliasse na divulgação da necessidade de se fazer o teste. Várias reuniões foram realizadas para desenhar a campanha e decidiu-se por uma experiência piloto em cinco cidades. Agora chegou a hora de ampliarmos para todo o Brasil”, ressalta o frei Lunardi.
A participação da Igreja será por meio das Pastorais e utilizará publicidade, spots de rádio e TV, para a orientação e encaminhamento dos fiéis aos centros de referência espalhados por todo o Brasil.
Autor:
Rodrigo Eneas Silva
Jornalista da CNBB
Fone: (61) 2103-8368 / 8409-1028
E-mail: imprensa2@cnbb.org.br
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Capacitação em Incidência Política
Acontece em São Paulo, dias 30, 31 de Outubro 01 de novembro a Capacitação em Incidencia Política para lideranças promovida pela Secretaria Nacional. Esta capacitação faz parte do projeto de redes da Pastoral em parceria com o Ministério da Saúde. Visa capacitar agentes da Pastoral para Incidência Política, ou seja, para que atuem nas políticas públicas e no controle social. Os participantes terão maiores conhecimentos sobre as Instâncias de controle social e formas de interagir para que os recursos públicos sejam utilizados para seus respectivos fins.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
'Religiões e AIDS: um desafio regional'.
O Grupo Hipupiara e o Programa Municipal DST/AIDS de São Vicente, com a colaboração do GT Religiões do CRT DST/AIDS SP realizaram na última sexta feira, dia 09 de outubro de 2009, o seminário 'Religiões e AIDS: um desafio regional'.
As palestras de Paula de Oliveira e Sousa e de Mãe Cristina de Oxum, pelo GT Religiões de São Paulo foram bastante esclarecedoras sobre o papel de um GT e as configurações que ele pode adquirir ao longo do tempo. Ao mesmo tempo a mesa de iniciativas regionais, com as falas de Pai Vagner de Iansã, Reverendo Leandro da Igreja Anglicana e a Irmã Alódia da Pastoral da AIDS nos deram força para atingir a meta do seminário: a formação de um GT Regional de Religiões e AIDS que discuta e trabalhe as questões relacionadas ao tema de forma permanente.
E esse objetivo foi conquistado com galhardia, uma vez que quinze instituições religiosas da sociedade civil e órgãos governamentais, tornaram-se fundadoras desse GT, que teve um dos melhores resultados de largada em todo o estado de São Paulo.
Ficou definido o mês de novembro para a próxima reunião em local a ser confirmado.
As palestras de Paula de Oliveira e Sousa e de Mãe Cristina de Oxum, pelo GT Religiões de São Paulo foram bastante esclarecedoras sobre o papel de um GT e as configurações que ele pode adquirir ao longo do tempo. Ao mesmo tempo a mesa de iniciativas regionais, com as falas de Pai Vagner de Iansã, Reverendo Leandro da Igreja Anglicana e a Irmã Alódia da Pastoral da AIDS nos deram força para atingir a meta do seminário: a formação de um GT Regional de Religiões e AIDS que discuta e trabalhe as questões relacionadas ao tema de forma permanente.
E esse objetivo foi conquistado com galhardia, uma vez que quinze instituições religiosas da sociedade civil e órgãos governamentais, tornaram-se fundadoras desse GT, que teve um dos melhores resultados de largada em todo o estado de São Paulo.
Ficou definido o mês de novembro para a próxima reunião em local a ser confirmado.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
VII Seminário de Prevenção ao HIV/Aids
Desejando criar um espaço de troca de experiências e de reflexão sobre o papel da igreja no controle da epidemia da Aids, foi realizado o VII Seminário de Prevenção ao HIV/Aids para discussão das formas de enfrentamento destes desafios, com a seguinte temática “Prevenção: Perspectivas e Desafios na Resposta da Igreja”. Ele aconteceu em Brasília nos dias 9 a 12 de outubro de 2009 .
Participaram aproximadamente 80 lideranças dos diferentes Regionais e dioceses. Contamos com assessoria de Ivo Brito- Coordenador da Unidade de Prevenção, Beatriz Pacheco- Representante Legal da ONG RNP+POA, Pe. José Trasferetti, Alexandre Rangel- CEBI, Rubens Nunes Mota e a Coordenação Nacional da Pastoral da Aids.
Representado a regional Sul 1 estiveram presentes Claudio Monteiro de São Paulo e Maria Cristina da Cruz Barreto, de Santos e região.
Participaram aproximadamente 80 lideranças dos diferentes Regionais e dioceses. Contamos com assessoria de Ivo Brito- Coordenador da Unidade de Prevenção, Beatriz Pacheco- Representante Legal da ONG RNP+POA, Pe. José Trasferetti, Alexandre Rangel- CEBI, Rubens Nunes Mota e a Coordenação Nacional da Pastoral da Aids.
Representado a regional Sul 1 estiveram presentes Claudio Monteiro de São Paulo e Maria Cristina da Cruz Barreto, de Santos e região.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
ENCONTRO PASTORAL SOCIAL
A Pastoral DST/Aids, representada por Lucilia V. Fonseca esteve presente em um encontro da Pastoral Social dia 27 de setembro, a fim de ser preparado o planejamento para o biênio 2010/2011. Foi apresentada uma panorâmica visando à elaboração de propostas pelas diversas pastorais, levando-se em consideração a necessidade de uma ação conjunta como Igreja, discípula e missionária a serviço da vida. Tendo em vista que Santos abriga o maior porto da América Latina, advindo daí às várias questões sociais: miséria e fome, violência, drogas, saúde e educação, ficou estabelecido como objetivo específico para esse trabalho à atuação junto às profissionais do sexo, sendo agendado para o 1º semestre de 2010 um diagnóstico da realidade.
CARTILHA DA MULHER
Iniciamos no último dia 21 de Setembro a aplicação da Cartilha da Mulher no grupo de alfabetização do Centro Comunitário da Paróquia São Judas Tadeu. São cerca de 20 alunos, a grande maioria mulheres. Os alunos pareceram envolvidos e interessados nas discussões e temas propostos durante o encontro, principalmente a questões específicas sobre o HIV, demonstrando interesse em obter dados e informações sobre a epidemia. Atuaram como facilitadoras as agentes Lucília V. Fonseca e Maria Cristina Barreto.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Últimas Notícias
Aconteceu de 07 a 09 de agosto, em Porto Alegre, a capacitação de Facilitadores para a Incidência Política, onde estiveram presentes Irmã Alódia, Mª Cristina e Lucilia. Eram 20 agentes da Pastoral da Aids, vindos do Paraná, Rio Grande do Sul e Santos.Durante este período, além do entrosamento entre as lideranças, partilha e reflexão sobre a realidade da saúde, houve o aprofundamento sobre os quatro espaços prioritários de participação: Conselhos, fóruns de ONGs/Aids, Frentes Parlamentares e Plano de Ações e Metas. No final, todos os participantes escolheram qual espaço continuariam a acompanhar ou iniciariam a participar. Ficou estabelecido também a importância e o compromisso com a comunicação das ações e das dificuldades que irão encontrar. A avaliação foi bastante positiva. Todos se sentiram contemplados em suas expectativas e, ao mesmo tempo, contentes por este enfoque novo que a Pastoral da Aids está dando para o seu trabalho. Não basta ficar dentro da Igreja, é preciso que os agentes da Pastoral da Aids participem destes espaços de decisão. A culminância desse encontro se deu com a Celebração Eucarística. Todos os participantes vivenciaram um momento forte de partilha, espiritualidade e testemunhos.
MISSÃO
Em comunhão com a igreja, evangelizar homens e mulheres. Atenta às necessidades das pessoas que vivem e convivem com HIV, trabalhar na prevenção e contribuir com a sociedade no controle da epidemia, envolvendo todos os cristãos na luta contra a Aids.
COMPROMISSO
“Consideramos de grande prioridade fomentar uma pastoral com pessoas que vivem com o HIV - Aids, em seu amplo contexto e em seus significados pastorais: que promova o acompanhamento compreensivo, misericordioso e a defesa dos direitos das pessoas infectadas; que implemente a informação, promova a educação e a prevenção, com critérios éticos, principalmente entre as novas gerações para que desperte a consciência de todos para conter a pandemia. A partir desta V Conferência pedimos aos governos o acesso gratuito e universal aos medicamentos para a Aids e a doses oportunas” (Documento de Aparecida, 421).
Linhas de Ação
1 - Mística e Espiritualidade
Formação continuada dos agentes
Elaboração de subsídios formativos para o cuidado da animação das equipes
Realização da Vigília pelos Mortos de Aids
2 -Prevenção
Campanhas informativas
Capacitação de novos agentes
Elaboração de material informativo
Presença em Romarias e eventos de massa para conscientizar os cristãos da realidade da Aids.
3 - Acolhida e Solidariedade
Criação de Grupos de apoio e convivência
Acompanhamento a pessoas que vivem com HIV/Aids através de visitas domiciliares e hospitalares
Apoio a centros de convivência
Apoio às famílias das pessoas que vivem com HIV/Aids
4 - Articulação e Parcerias
Participação nas articulações pastorais em vista da pastoral de conjunto
Intercâmbio com outras redes, Ongs
Participar e colaborar na organização de manifestações no Dia Mundial de luta contra a Aids
5 - Incidência política
Formação dos agentes para que sejam capazes de demandar políticas públicasParticipação nas instâncias de controle social
Defesa dos direitos das pessoas que vivem e convivem com HIV/Aids
Defender o acesso universal ao tratamento (medicamentos, consultas, exames, outros insumos)Materiais de formação e informação• Boletim – edição trimestral• Folhetos e Cartazes• Guia do Agente da Pastoral• Livros:Viu e teve compaixão...Igreja e Aids: Presença e RespostaVulnerabilidade Social e AidsIgreja e Aids: Muito além do AmorPara ter acesso a esses materiais, entre em contato com a Secretaria Nacional secretaria@pastoralaids.org.br
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